A terapia por ondas de choque é um recurso eficaz para tendinites, dores crônicas e pontos de tensão muscular que não respondem bem a outros tratamentos. No Centro de Tratamento da Coluna, avaliamos se esse recurso é indicado para o seu caso e o combinamos com o restante do seu plano de tratamento.
As ondas de choque extracorpóreas são pulsos acústicos de alta energia aplicados sobre a pele, direcionados ao tecido lesionado ou ao ponto de dor. Esses pulsos estimulam a circulação sanguínea local e ativam processos naturais de reparo do próprio corpo.
É um recurso não invasivo e sem necessidade de anestesia, aplicado em sessões de curta duração no próprio consultório. Costuma ser indicado quando o tecido não está respondendo bem aos tratamentos convencionais, funcionando como um estímulo adicional para a recuperação.
O recurso é indicado após avaliação individual, principalmente nos seguintes quadros:
Inflamações e degenerações em tendões, como no ombro, no cotovelo (epicondilite) ou no tendão de Aquiles.
Dor na sola do pé, próxima ao calcanhar, especialmente ao dar os primeiros passos do dia.
Nódulos musculares dolorosos, conhecidos como pontos de gatilho, comuns em quadros de dor crônica.
Quadros que persistem apesar de outros tratamentos, quando um estímulo adicional pode ajudar na recuperação.
Contraindicações: gestação, uso de anticoagulantes, marca-passo, tumores na região a ser tratada e infecções ativas no local. Por isso, a avaliação prévia é sempre necessária antes de iniciar as sessões.
É comum sentir um desconforto localizado durante a aplicação, que varia conforme a sensibilidade da região tratada e a intensidade utilizada. A intensidade é sempre ajustada de acordo com a tolerância de cada paciente, e não há necessidade de anestesia.
É um procedimento seguro quando indicado corretamente e realizado por um profissional qualificado, respeitando as contraindicações. Os efeitos colaterais, quando presentes, costumam ser leves e temporários, como vermelhidão ou sensibilidade local nas horas seguintes.
O nosso objetivo é usar esse recurso de forma criteriosa, dentro de um plano de tratamento mais completo, e não como uma solução isolada.
As ondas de choque não substituem a avaliação: elas entram no plano quando fazem sentido para o seu caso.
Análise do histórico, exame físico e verificação de contraindicações para confirmar se o recurso é adequado ao seu caso.
Sessões de curta duração, com intensidade ajustada individualmente, geralmente combinadas com outras técnicas do seu plano.
Reavaliações ao longo das sessões para acompanhar a resposta ao tratamento e ajustar o plano conforme necessário.
Os pulsos acústicos atuam de diferentes formas sobre o tecido tratado:
Aumento do fluxo sanguíneo na região tratada, favorecendo o aporte de nutrientes para a recuperação do tecido.
Ativação de processos celulares envolvidos na regeneração de tendões e outras estruturas do tecido conjuntivo.
Fragmentação de pequenos depósitos de cálcio presentes em alguns quadros de tendinopatia crônica.
Ação direcionada sobre pontos de gatilho, ajudando a reduzir a dor muscular localizada.
A Dra. Silvia Canevari é fisioterapeuta especialista em coluna vertebral, com mais de 25 anos de experiência e mais de 8 mil pacientes atendidos ao longo da carreira.
Aqui, cada plano de tratamento nasce do raciocínio clínico sobre o seu caso, unindo avaliação criteriosa, evidências científicas e acompanhamento próximo.
Varia conforme a condição tratada e a resposta individual, mas costuma envolver algumas sessões espaçadas ao longo de algumas semanas. O número exato é definido após a avaliação e acompanhado ao longo do tratamento.
Nem sempre. Alguns pacientes sentem alívio já nas primeiras sessões, mas o processo de regeneração do tecido costuma ser gradual, com melhora mais consistente ao longo das semanas seguintes ao tratamento.
Não. Elas são um recurso complementar dentro de um plano de tratamento mais amplo, que costuma incluir exercícios, terapia manual e orientações específicas para cada condição.
Gestantes, pessoas com marca-passo, em uso de anticoagulantes, com tumores na região a ser tratada ou infecções ativas no local não devem realizar o procedimento. A avaliação prévia identifica essas contraindicações.
Se você já tiver exames de imagem relacionados à sua queixa, leve, pois ajudam na avaliação. Se não tiver, a consulta clínica é realizada normalmente para definir se o recurso é indicado.
Agende sua consulta de avaliação e descubra se as ondas de choque fazem sentido para o seu tratamento.
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